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Empresa do segmento Naval e Offshore, que tem como foco prover soluções em construção, integração e reparo de plataformas e unidades de perfuração, atuando com visão de competitividade global, excelência operacional e responsabilidade socioambiental, criando valor para Clientes, Acionistas, Integrantes, Fornecedores e Comunidades onde atua.

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Quem somos

A Enseada

A Enseada é formada pela união de quatro empresas de atuação global: Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki. Com foco na construção e integração de unidades offshore, a Enseada mantém uma sólida proposta empresarial, uma carteira de encomendas de US$ 6,5 bilhões e um projeto que a diferencia: a construção de seu estaleiro no estado da Bahia, denominado Unidade Paraguaçu. No Rio de Janeiro, a Enseada opera na Unidade Inhaúma, arrendada pela Petrobras desde 2010.

Faça o download da apresentação institucional da Enseada.

Veja o Vídeo Institucional da Enseada abaixo:

Faça o download do Relatório de Acompanhamento Mensal:

Estrutura organizacional

Temos um compromisso com a geração de valor para clientes, acionistas, integrantes, comunidades onde atuamos e demais stakeholders, com base na excelência operacional como fator de competitividade e rentabilidade.

Para favorecer o contato permanente e direto com os nossos clientes e, consequentemente, a percepção clara de suas necessidades, trabalhamos com uma estrutura descentralizada que reflete um processo de delegação planejada, baseado na confiança e na parceria entre nossos líderes e liderados.

Nossos integrantes são nosso maior patrimônio. Estamos empenhados em garantir seu bem-estar e crescimento profissional por meio de um processo de educação pelo trabalho.

Tecnologia

A Enseada utiliza a mais alta tecnologia e os mais modernos procedimentos da indústria naval para a construção e manutenção de embarcações especializadas em operação offshore, assegurando as melhores condições e prazos para a entrega de equipamentos navais de alta complexidade. A planta industrial da Unidade Paraguaçu foi criada dentro dos padrões de qualidade, produtividade e tecnologia dos melhores estaleiros do mundo, visando o máximo de eficiência e o mínimo de desperdício em todas as etapas operacionais.

Para assegurar este alto padrão, a Enseada mantém um consistente processo de transferência tecnológica com sua acionista e parceira tecnológica estratégica, a Kawasaki. Este processo envolve o treinamento de dezenas de profissionais nas plantas industriais e centros de tecnologia e formação do grupo japonês, além de consultorias em diversas áreas da construção naval.

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Localização

A Enseada possui três Unidades de Negócio. Unidade Inhaúma, no Rio de Janeiro, e Unidade São Roque e Unidade Paraguaçu, na Bahia.

Unidade Paraguaçu - Bahia

O Estaleiro Enseada do Paraguaçu, Unidade de Negócios da Enseada na Bahia que leva o mesmo nome da empresa, está sendo construído às margens do Rio Paraguaçu, na Baía de Todos os Santos, no município de Maragojipe, a aproximadamente 42 quilômetros de Salvador.

Nesta Unidade serão construídos os seis navios sonda de perfuração offshore, do contrato firmado em 2012 com a Sete Brasil, no valor global aproximado de US$4,8 bilhões.

R$ 2,6 bilhões investidos na construção do Estaleiro

Com um aparato tecnológico e um conceito de sustentabilidade que o diferencia, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu está sendo construído em uma área de 1,6 milhão de metros quadrados, dos quais 400 mil foram destinados à preservação ambiental. Com previsão de conclusão em 2014, o estaleiro foi concebido para desenvolver projetos complexos de engenharia naval e processar até 36 mil toneladas de aço por ano.

Com investimento privado de R$ 2,6 bilhões, vai gerar cerca de 15 mil empregos diretos e indiretos, iniciando um novo ciclo econômico no Recôncavo Baiano, estimulando o desenvolvimento de uma ampla cadeia de fornecedores e promovendo uma política responsável de desenvolvimento e contratação de mão de obra local.

Veja como chegar no estaleiro.

Saiba mais sobre as cidades no entorno.

Unidade São Roque - Bahia

Construída pela Petrobras em 1977 para fazer plataformas para exploração na Bacia de Campos, a Unidade São Roque é separada da Unidade Paraguaçu pelo Rio Baetantã. Possui as certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSA 18001; área industrial de 400.000 metros quadrados; uma vila operária para 1.200 pessoas com área administrativa completa (refeitório, ambulatório e heliporto); e potencial instalado para construção de jaquetas para plataformas fixas; construção de módulos para Top Sides para navios-sonda, plataformas de produção, FPSO e jaquetas; e manutenção, reparos e reformas de plataformas e embarcações.

Unidade Inhaúma - Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o EEP opera no Estaleiro Inhaúma, arrendado pela Petrobras e localizado no bairro do Caju, às margens da Baía da Guanabara. Além da revitalização de suas instalações, o EEP está realizando para a Petrobras a conversão de quatro navios petroleiros nos cascos das futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77 que serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos.

5 mil empregos diretos no pico das operações

Cada Unidade de Produção terá capacidade de processar até 150 mil barris de petróleo/dia e sete milhões de metros cúbicos/dia de gás natural. No pico das operações, as atividades da Enseada no estaleiro Inhaúma vão gerar cerca de cinco mil empregos diretos.

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Acionistas

70% Enseada Indústria Naval Participações S.A.

50% Odebrecht

Organização de origem brasileira com atuação nos setores de infraestrutura, energia, saneamento, química e petroquímica, transporte e logística , agroindustrial, imobiliário, defesa e tecnologia. É a maior exportadora brasileira de serviços, contribuindo para o desenvolvimento local e social dos países onde atua.

www.odebrecht.com

25% OAS

Uma das maiores empresas de engenharia do Brasil, está presente em mais de 20 países. Atua na construção de estradas, barragens, hidrelétricas, portos e aeroportos e também investindo em setores como infraestrutura, saneamento ambiental, incorporação imobiliária, energia e concessões de serviços públicos – como vias urbanas, rodovias, metrôs e aeroportos.

www.oas.com

25% UTC

Com atuação global, é uma das maiores empresas brasileiras de Engenharia Industrial. Destaca-se por obras de grande porte nos segmentos de óleo e gás, petroquímica, energia, siderurgia, papel e celulose, mineração e manutenção industrial.

www.utc.com.br

30% Kawasaki Heavy Industries

Fundada como estaleiro, em 1878, no Japão, expandiu suas atividades para segmentos como construção e transportes, sendo também mundialmente conhecida por suas motocicletas, pelos trens, aviões, plantas industriais, robôs para uso industrial e equipamentos aeroespaciais. Está presente no Brasil desde 1973.

http://www.khi.co.jp
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Qualidade, saúde e segurança

Gestão empresarial Enseada

A Enseada está em dia com as mais avançadas práticas de mercado no que tange à melhoria contínua da qualidade de seus produtos e serviços, à segurança das operações e à saúde de seus integrantes.

Todas as nossas ações estão fundamentadas em um sólido Código de Conduta, que reforça o compromisso ético da Enseada com seus públicos internos e externos.

Qualidade

A Política de Qualidade da Enseada tem o compromisso de atender às expectativas dos clientes, fornecendo produtos e serviços de qualidade. Ao zelar pela correta gestão da qualidade, promovemos um processo de melhoria contínua e de perpetuação de nosso negócio.

As concepções filosóficas, os princípios e critérios gerais e específicos dos acionistas servem de base para nossas práticas de qualidade.

O EEP segue as seguintes normas:

  • Normas Internacionais:

  • ISO 9001:2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos;
  • ISO 9000:2005 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Fundamentos e vocabulário;
  • ISO 19011:2012 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Diretrizes para auditoria.

Saúde e segurança

Para o EEP, qualidade e produtividade máximas envolvem o compromisso com a saúde e a segurança dos seus integrantes, com a proteção ao meio ambiente e com a preservação dos seus equipamentos.

Nossa cultura é voltada para a melhoria permanente, com uma postura preventiva associada a um minucioso controle de riscos, o que nos aparelha para o cumprimento integral da legislação vigente e um desempenho de alto nível em busca de sua principal meta de segurança: acidente zero.

Meta de segurança: acidente zero

Ações educativas e de conscientização complementam e estimulam o compromisso de nossos integrantes em segurança e saúde, contribuindo para a difusão da cultura de que cada um é também responsável por sua segurança e a de seus colegas de trabalho.

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Embarcações e serviços

Unid. de perfuração

Construção de sondas de perfuração offshore, principalmente para exploração em águas profundas, como a do petróleo na camada do pré-sal.

Unid. de produção

Construção e conversão de plataformas fixas e flutuantes, além da construção e integração de seus módulos.

Navios especializados

Construção de navios para apoio offshore, como PLSV (lançador de linhas submarinas que conectam plataformas a sistemas de produção de petróleo), MPSV (embarcação que presta serviços de manutenção da produção e movimentação de carga e manuseio de âncoras) e Construction Support Vessels (navios de apoio à construção, geralmente utilizados em operações complexas realizadas em águas profundas).

Reparo naval

Focado no atendimento dos mesmos tipos de embarcações do programa de construção: unidades de perfuração, unidades de produção, navios especializados e embarcações militares.

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Clientes

Petrobras

Maior empresa nacional e quinta do mundo no setor de energia, a Petrobras está presente em 28 países e atua em praticamente toda a cadeia do petróleo, assim como na área de biocombustíveis, usinas eólicas e hidroelétricas.

Referência em águas profundas, é a protagonista da descoberta de petróleo e gás na região do pré-sal, de onde projeta extrair cinco bilhões de barris de petróleo e gás natural. Para isso, investe, até 2016, US$ 131,6 bilhões especificamente em projetos de Exploração & Produção e no fortalecimento da indústria no Brasil.

O EEP está trabalhando para a Petrobras na conversão de quatro navios petroleiros para que seus cascos sejam empregados nas futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77.

www.petrobras.com.br

Sete Brasil

Especializada na gestão de ativos, a Sete Brasil é a principal parceira nas operações de perfuração de poços de óleo e gás em águas ultra profundas no país. Com uma encomenda de 30 navios sonda e uma carteira de recebíveis de mais de US$ 81 bilhões para os próximos 15 anos, a empresa ocupa o primeiro lugar em contratos de afretamento no mundo, com a maior frota privada de navios em seu segmento.

A empresa é constituída de capital 100% nacional e é a primeira a construir no país esse tipo de embarcação para a exploração do pré-sal, desenvolvendo e retendo tecnologia no Brasil.

Atendendo à encomenda da Sete Brasil, o EEP está construindo seis navios sonda que serão empregados nas operações no pré-sal. Quatro navios-sonda serão operados pela OOG (Odebrecht Óleo e Gás) e dois pelas empresas Etesco/OAS, parceiras da Sete Brasil na conquista do pré-sal.

www.setebr.com
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Projetos em andamento

Sondas

O Estaleiro Enseada do Paraguaçu, localizado em Maragojipe, tem a missão de construir seis navios sonda para operação no pré-sal, em lâminas d’água de 3 mil metros.

Quatro navios serão fabricados em parceria com a Odebrecht Óleo e Gás – Ondina, Pituba, Boipeba e Interlagos – e entregues até 2018. Paralelamente, em conjunto com a Etesco/OAS, o EEP entregará Itapema e Comandatuba até 2020. O valor global do contrato é da ordem de U$ 4,8 bilhões.

Acompanhe o progresso das obras do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, onde os navios-sonda serão construídos, pelos vídeos em time-lapse:

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Novembro - Dezembro 2013

Outubro - Novembro 2013

Setembro - Outubro 2013

Agosto - Setembro 2013

Julho - Agosto 2013

Junho - 2013

Conversão

O projeto em andamento no Estaleiro de Inhaúma, de propriedade da Petrobras, localizado no Rio de Janeiro, é a conversão de quatro navios VLCC (Very Large Crude Carrier ) nos cascos FPSO (Floating Production, Storage and Offloading) das futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77.

O processo envolverá a substituição de 400 toneladas de chapas de seu fundo, 1,7 mil toneladas de tubulações e 42 mil toneladas de estrutura, num negócio que envolve cerca de US$ 1,7 bilhão. É a primeira vez que um navio petroleiro desse tipo será convertido em plataforma em estaleiro brasileiro.

Estas plataformas serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, e terão capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo/dia e de comprimir sete milhões de metros cúbicos/dia de gás natural. No pico das operações, o Estaleiro Inhaúma terá cerca de cinco mil empregados diretos.

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Sustentabilidade

As pessoas em primeiro lugar

Promover o equilíbrio dinâmico dos aspectos ambiental, social e econômico das atividades e de seus impactos é a diretriz orientadora da política de sustentabilidade da Enseada. Ao adotarmos o conceito de desenvolvimento local e integrado, promovemos ações que qualificam nosso relacionamento com as comunidades, estimulando seu desenvolvimento sustentável do ponto de vista da economia, dos recursos naturais e das pessoas. Os princípios fundamentais de Sustentabilidade da Enseada são materializados através de nossas ações:

  • Preservação da vida em todas as suas formas;
  • Empoderamento social por meio da participação social ativa das comunidades locais em todos os processos de decisão sobre os investimentos socioambientais do entorno do empreendimento;
  • Governança;
  • Garantia de mecanismos legítimos de comunicação social com base na transparência e dialógica;
  • Reconhecimento e valorização dos diferentes saberes;
  • Investimento em projetos de desenvolvimento local e integrado com foco em ocupação e renda;
  • Empreendedorismo social com valorização das vocações locais e inserção de outras complementares;
  • Transferência de tecnologias aplicáveis ao trabalho, à saúde e à qualidade de vida das comunidades;
  • Valorização da cultura e tradições locais;
  • Ética, respeito e cidadania.

Na Unidade Paraguaçu, 400 mil metros quadrados, um quarto de sua área total, foram destinados à preservação ambiental. Na Bahia e no Rio de Janeiro, ações que geram impactos socioambientais positivos, incentivando a economia local e consolidando o compromisso de longo prazo com as comunidades são criteriosamente desenvolvidas.

A Enseada mantém programas de capacitação profissional na área de construção naval por meio de parcerias com o Governo do Estado da Bahia, instituições como o Senai e iniciativas como o Programa Acreditar, da Odebrecht, e o Prominp – Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural. Na Bahia, 15 mil empregos diretos e indiretos serão gerados no pico das obras. No Rio de Janeiro este o número chega a cinco mil. Famílias inteiras que estão agora inseridas nos quadros de reestruturação econômica, social e inclusão cultural.

Veja o Vídeo de sustentabilidade da Enseada:

Programas Socioambientais

Bahia

Desde a fase inicial de planejamento e de licenciamento ambiental de seu empreendimento em Maragojipe, o EEP tem a preocupação de investir em iniciativas para mitigar impactos ambientais causados por suas atividades. Para tanto, desenvolve estudos técnicos com renomados especialistas em monitoramentos ambientais avançados, realiza reflorestamentos, pesquisas sociais e levantamentos culturais. O Estaleiro Enseada do Paraguaçu é licenciado pelo Ibama e acompanhado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), pela Fundação Cultural Palmares e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Paralelamente, o EEP participa de audiências públicas e reuniões comunitárias para apresentar o empreendimento, fomentar debates e firmar acordos com as comunidades locais. O calendário de implementação das ações de cada programa ambiental obedece ao previsto nos acordos firmados e no Plano Básico Ambiental aprovado pelo Ibama.

33 mil mudas produzidas no viveiro de Maragojipe para reflorestamento com espécies nativas

Rio de Janeiro

No Estaleiro Inhaúma, o EEP adota medidas preventivas para mitigar possíveis impactos ao meio ambiente e à comunidade. Os principais programas e planos desenvolvidos pelo EEP para lidar com crises potenciais são: Programa de Gerenciamento de Resíduos de Efluentes (PGRE); Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Plano de Atendimento a Emergências (PAE) para Acidentes com Óleo; e PEI – Plano de Emergência Individual.

O EEP investe em treinamentos periódicos para que seus integrantes estejam aptos a lidar com a manipulação de resíduos, perigosos ou não, da maneira correta. Estes procedimentos são feitos para o reaproveitamento, acondicionamento e destinação final adequada dos resíduos. Adicionalmente, o EEP controla a emissão de gases do maquinário instalado e dos veículos que circulam pela planta do estaleiro, a fim de reduzir estas emissões a índices ambientalmente seguros.

Compromisso Social

A Enseada trabalha para que os impactos de suas atividades sejam positivos. A empresa possui um forte compromisso social com as pessoas que vivem no entorno de seus empreendimentos e procura aproveitar ao máximo a mão de obra local. Para tanto, desenvolve projetos que priorizam a vocação das comunidades como parceiros potenciais e estratégicos para enraizar tais relacionamentos dentro do conceito de desenvolvimento local e integrado. Desta forma, a Enseada proporciona a transferência de conhecimento para a geração de trabalho e renda para a população e promove a autossuficiência de seus projetos.

Bahia

Após o início da operação do estaleiro, serão gerados outros 15 mil empregos diretos e indiretos. A capacitação e contratação de mão de obra local, proveniente especialmente das regiões de Maragojipe e dos demais municípios vizinhos, é prioridade. Para isso, foram firmadas parcerias com iniciativas consagradas no segmento, como o Prominp, da Petrobras, Governo Federal e MME, e o Acreditar, da Odebrecht. O objetivo é a implantação de programas de qualificação profissional em construção civil e construção naval na região.

  • Programas sociais da Enseada na Bahia:

  • Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social com as comunidades locais;
  • Programa de Valorização da Cultura Quilombola;
  • 1º Inventário Nacional de Referências Culturais dos Municípios do Entorno do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (INRC);
  • Manutenção da Casa do Samba de Santo Amaro;
  • Recuperação e restauração de monumentos e edificações tombadas no entorno do Estaleiro Enseada do Paraguaçu;
  • Revitalização da comunidade de Enseada do Paraguaçu;
  • Empreendedorismo local com oficinas vocacionais em parceria com a Setre e o Sebrae;
  • Diagnóstico socioeconômico das comunidades de pesca da Baía do Iguape;
  • Revisão dos Planos Diretores Municipais de Maragojipe, Salinas das Margaridas e Saubara;
  • Formação continuada de pescadores da Baía do Iguape.

Rio de Janeiro

A Enseada realiza investimentos em ações socioambientais voltadas ao público interno e às comunidades do entorno do Estaleiro Inhaúma, localizado no bairro do Caju. As práticas de responsabilidade social adotadas refletem uma forma sustentável de atuação. No auge das atividades desenvolvidas pela Enseada no estaleiro deverão ser gerados cerca de 5 mil empregos diretos.

  • Programas sociais da Enseada no Rio de Janeiro:

  • Educação ambiental para trabalhadores, comunidades escolares e lideranças sociais;
  • Integração com a Rede Socioassistencial do Caju, para discussão junto à comunidade dos problemas que afetam a região;
  • Fortalecimento dos canais de comunicação com a comunidade na busca de solução para seus problemas;
  • Apoio a eventos comunitários voltados à promoção da cidadania, fortalecimento das ações esportivas e culturais;
  • Processos de articulação com os poderes públicos para a realização de investimentos na infraestrutura na região do Caju, voltadas à solução das questões de tráfego e de circulação de veículos.
  • Um canal permanente de comunicação à disposição da comunidade possibilita a construção coletiva de propostas para mitigação de problemas.

Coleção de Livros

Boletins Informativos

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Código de Conduta

A conduta ética e transparente que norteia a atuação da Enseada contribui para a manutenção de sua imagem como uma entidade sólida e confiável perante seus Integrantes, Fornecedores e Parceiros.

Tal prática está descrita em seu Código de Conduta, que estabelece os princípios e conceitos éticos que devem orientar as relações internas e externas de todos os Integrantes da Enseada.

Clique aqui para acessar na íntegra o Código de Conduta da Enseada

Qualquer situação de violação do Código de Conduta poderá ser relatada por nossos Integrantes, Terceiros, Fornecedores, Clientes e demais Colaboradores em nosso Canal Linha de Ética.

Clique aqui para acessar o Canal Linha de Ética

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Contato

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Escritórios:

Estaleiro Enseada do Paraguaçu

Rua A, Fazenda Boa Vista do Gurjão e Dendê, Anexo 2
Enseada do Paraguaçu
Maragojipe – BA
CEP: 44420-000
Tel. (+55 75) 3527-6800

Estaleiro São Roque

Rua Santa Cruz - Quadra 19 - Lote 01
Distrito São Roque do Paraguaçu
Maragojipe – BA
CEP: 44428-000
Tel. (+55 75) 3527-6800

Estaleiro Inhaúma

Rua General Gurjão
n°2 - Parte
Caju - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20931-900
Tel. (+55 21) 3178-7900

Escritório BA

Avenida Tancredo Neves, n° 2.227
Cond. Salvador Prime – 11º e 15º andares
Caminho das Árvores
Salvador – BA
CEP: 41820-021
Tel. (+55 71) 3417-8031 / 8030

Escritório RJ

Av. República do Chile
nº 230, 6º andar - Centro
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20031-919
Tel. (+55 21) 3299-7300
Tel. (+55 21) 2134-4000
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Agradecemos pelo seu interesse em trabalhar no Enseada. Clique sobre as opções abaixo para se candidatar a vagas em:

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ENSEADA LANÇA O MINIALMANAQUE TURMA DO ESTALINHO.

Foi lançada na última sexta-feira (10), nas Unidades São Roque e Paraguaçu, a primeira edição do minialmanaque 'Turma do Estalinho'. A revista tem como protagonista o mascote da Enseada e traz, de forma lúdica e educativa, informações sobre as comunidades locais e as ações desenvolvidas pela empresa para preservação do meio ambiente.

Na Unidade São Roque foram distribuídas 800 revistas para um contingente de 768 integrantes. "As pessoas queriam levar para o sobrinho, os filhos do vizinho, o menino e a menina da esquina. Todos gostaram muito", conta Roque Peixoto, da Comunicação Externa. Na véspera do Dia das Crianças, mais de 4.000 exemplares do material foram distribuídos.

Comunidades

Na manhã desta quinta-feira (16), as crianças da Escola Municipal Desembargador Oscar Dantas, localizada em Enseada, povoado de Maragojipe, ficaram muito felizes ao receber a revista. A publicação já está, inclusive, sendo distribuída nas comunidades do entorno e será utilizada durante a Feira Literária de Cachoeira (Flica), que acontece na última semana de outubro.

Clique aqui para fazer o download gratuito.

Faça também o download da edição número 14 do jornal Navegando Juntos.

Publicado em 17/10/2014.

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ENSEADA OBTÉM LICENÇA DE OPERAÇÃO DO IBAMA.

A Enseada Indústria Naval obteve, na última sexta-feira (10), a Licença de Operação concedida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por quatro anos. Isso permite que a Unidade Paraguaçucomece a operar, dando continuidade à montagem do Ondina, primeiro de seis navios sonda, iniciada na Unidade São Roque. O empreendimento possui na Bahia investimentos de R$ 2,6 bilhões e uma carteira de encomendas de R$ 4,8 bilhões.

O primeiro navio está previsto para ser entregue à Sete Brasil, empresa demandadora das encomendas, em julho de 2016. Além de construir as sondas na Bahia, a Enseada trabalha no Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro, na conversão de quatro navios petroleiros nas plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77.

Dentre os desafios para a construção das sondas, está a qualificação da mão de obra. Para isso, a Enseada pactuou com a Kawasaki um Acordo de Transferência Tecnológica (TTA) que visa capacitar integrantes brasileiros através de períodos de treinamento no estaleiro da Kawasaki, no Japão. Outro fator que faz parte do TTA é o compartilhamento da tecnologia japonesa para os processos de gestão e engenharia do estaleiro brasileiro.

Quando estiver em plena operação, o empreendimento vai gerar 15 mil vagas de emprego diretos e indiretos na região do Recôncavo Baiano. A Unidade Paraguaçu está com cerca de 80% das obras de construção concluída e atualmente as equipes atuam na conclusão da obra da oficina de corte e tratamento de chapas de aço. A previsão é que o Estaleiro seja inaugurado em 2015.

Publicado em 14/10/2014

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ENSEADA DISPONIBILIZA 12 LIVROS PARA DOWNLOAD GRATUITO.

A Enseada está disponibilizando em PDF todos os livros publicados pela sua área de Sustentabilidade até o momento. A seção de Cartilhas e Contos Infantis conta com oito títulos: A Barquinha de Enseada, Dicionário de Sotaque Quilombola, Quilombos de Maragojipe - Cartilha do Trabalhador, Medicina Quilombola e quatro contos quilombolas para crianças: História de Tenengo, Vovó do Mangue & Vovó do Mato, Maria & Maria, e O Menino que a Caipora Carregou.

Já na seção da Coleção Sustentabilidade, a Enseada publicou quatro livros até o momento: Consumo consciente no dia a dia, Ética, Patrimônio e Resíduos. Todos os títulos estão disponíveis apenas em português.

Publicado em 07/10/2014

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Unidade Paraguaçu conclui as obras no cais 1

A Enseada Indústria Naval finalizou uma importante etapa do processo de construção da Unidade Paraguaçu. Depois de um ano e nove meses, as obras civis do Cais I foram concluídas, trazendo um novo cenário para o empreendimento: a possibilidade de receber navios. Com uma área total de 5,2 mil metros quadrados, o cais tem capacidade para atracar embarcações com até 210 metros de comprimento.

A primeira fase de construção, a parte de infraestrutura, foi composta pelas etapas de cravação de estaca, escavação, armação e concretagem. Já a segunda fase, a de superestrutura, consistiu em montagem de pré-moldados, armação e concretagem in loco. Para tornar possível a realização desses dois ciclos, foi preciso o empenho de 320 integrantes trabalhando nessas atividades.

Para Silvio Zen, Diretor de Implantação da Unidade Paraguaçu, a construção do Cais 1 foi um desafio vencido com a ajuda de toda a equipe. “Todos eram muito comprometidos e isso fez com que nós conseguíssemos, inclusive, antecipar a conclusão da obra em 20 dias. Esperamos obter o mesmo resultado com os cais II e III, com previsão de serem finalizados, respectivamente, em outubro e novembro deste ano”, afirmou o executivo.

Com o primeiro cais pronto, será possível iniciar o recebimento de navios com equipamentos para descarga, diminuindo assim os custos e tempo de transporte.

Investimento e fase de operação

A Unidade Paraguaçu está com 50% de suas obras concluídas e tem a previsão de ser inaugurada em março de 2015, porém, já está em fase de operação, construindo as sondas para exploração do pré-sal. A Enseada Indústria Naval é formada pelas empresas Odebrecht, OAS, UTC e a KHI (Kawasaki Heavy Industries Ltd.) e possui investimentos na ordem de R$ 2,6 bilhões no Recôncavo Baiano. Sua carteira de contratos inclui, na Bahia, a fabricação de seis navios sonda para a Sete Brasil e, no Rio de Janeiro, a conversão dos cascos de quatro navios VLCCs em FPSOs para a Petrobras.

A matriz da Enseada está localizada no município de Maragojipe (BA), com uma área de 1,6 milhão de metros quadrados, dos quais 400 mil são destinados à preservação ambiental. Quando estiver operando a plena capacidade, poderá processar até 36 mil toneladas de aço por ano trabalhando em regime de turno único, o que permite uma ampla margem de produção, construindo navios de altíssima especialização, que poderão ser fabricados simultaneamente.

Publicado em 13/02/2014

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Comitiva da Marinha do Brasil visita estaleiro em Enseada do Paraguaçu

Coragem. Essa foi a palavra utilizada pelo Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld, para definir a implantação do estaleiro que está sendo construído pela Enseada (Unidade Paraguaçu) no Recôncavo Baiano e os desafios que acompanham um empreendimento de grande porte.

Ele foi um dos presentes na visita técnica feita por uma importante comitiva da Marinha do Brasil ao canteiro do estaleiro nesta sexta-feira (31/01/2014), que também contou com as presenças do vice-almirante Antônio Fernando Monteiro Dias, do contra-almirante Newton Costa Neto, do capitão de Mar e Guerra Edgar Barbosa, da capitão-de-Corveta Carla de Mello, além de Fábio Gandolfo, diretor-superintendente da Odebrecht, Sérgio Cunha, do Consórcio Baía de Sepetiba, Fernando Barbosa, presidente da Enseada, Humberto Rangel, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Silvio Zen, diretor de Implantação e outros executivos da empresa.

“Ficamos bastante impressionados com a modernidade e o profissionalismo em tudo o que vimos. Não é surpresa a capacidade gerencial e de produção dessa empresa, uma vez que sabemos a grandiosidade do que está sendo feito em Itaguaí, no Rio de Janeiro (Programa de Desenvolvimento de Submarinos e Estaleiro e Base Naval – Prosub-EBN)”, disse o militar. Segundo ele, a tecnologia utilizada chama a atenção. “É muita modernidade e ficamos muito felizes pela possibilidade de replicarmos parte do que fizemos lá no Rio aqui na Bahia”.

A expectativa da Marinha é de que nos próximos três anos novas embarcações sejam adquiridas, modernizando e ampliando sua frota. “A Unidade Paraguaçu tem todas as condições de construir o que estamos buscando. Vai depender apenas da sua capacidade de competir com os outros estaleiros do país”, ressaltou o almirante.

De acordo com Fábio Galdolfo, foi uma grande satisfação convidar a Marinha do Brasil para conhecer o moderno canteiro da Unidade Paraguaçu. “Estamos participando e contribuindo com o processo de retomada da indústria naval brasileira, viabilizada pelo pré-sal e ampliada pelo segmento militar. Recebemos hoje os líderes de um programa que utiliza tecnologia de ponta e que está ajudando a Enseada na aplicação dos ensinamentos bem sucedidos implantados no Prosub-EBN, desenvolvido pela Odebrecht, em Itaguaí. Com isso, a Enseada avança no sentido de abrir novos mercados, inclusive o de embarcações militares”, revelou o diretor.

Publicado em 03/02/2014

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Linha de Ética

O Canal Linha de Ética é disponibilizado pela Enseada para que nossos Integrantes, Terceiros, Fornecedores, Clientes e demais Colaboradores possam, de forma segura e responsável, contribuir com informações para a manutenção de um ambiente corporativo seguro, ético, transparente e produtivo.

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Registro de Violação do Código de Conduta

FPSO

FPSO é a sigla em inglês para Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Descarga. Ou seja, FPSO é o navio utilizado para produção, armazenamento e escoamento de petróleo e/ou gás natural em locais distantes da costa, onde é inviável a ligação por oleodutos ou gasodutos.

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