Fechar

Empresa do segmento Naval e Offshore, que tem como foco prover soluções em construção, integração e reparo de plataformas e unidades de perfuração, atuando com visão de competitividade global, excelência operacional e responsabilidade socioambiental, criando valor para Clientes, Acionistas, Integrantes, Fornecedores e Comunidades onde atua.

Fechar

Quem somos

A Enseada

A Enseada é formada pela união de quatro empresas de atuação global: Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki. Com foco na construção e integração de unidades offshore, a Enseada mantém uma sólida proposta empresarial, uma carteira de encomendas de US$ 6,5 bilhões e um projeto que a diferencia: a construção de seu estaleiro no estado da Bahia, denominado Unidade Paraguaçu. No Rio de Janeiro, a Enseada opera na Unidade Inhaúma, arrendada pela Petrobras desde 2010.

Faça o download da apresentação institucional da Enseada.

Veja o Vídeo Institucional da Enseada abaixo:

Faça o download do Relatório de Acompanhamento Mensal:

Estrutura organizacional

Temos um compromisso com a geração de valor para clientes, acionistas, integrantes, comunidades onde atuamos e demais stakeholders, com base na excelência operacional como fator de competitividade e rentabilidade.

Para favorecer o contato permanente e direto com os nossos clientes e, consequentemente, a percepção clara de suas necessidades, trabalhamos com uma estrutura descentralizada que reflete um processo de delegação planejada, baseado na confiança e na parceria entre nossos líderes e liderados.

Nossos integrantes são nosso maior patrimônio. Estamos empenhados em garantir seu bem-estar e crescimento profissional por meio de um processo de educação pelo trabalho.

Tecnologia

A Enseada utiliza a mais alta tecnologia e os mais modernos procedimentos da indústria naval para a construção e manutenção de embarcações especializadas em operação offshore, assegurando as melhores condições e prazos para a entrega de equipamentos navais de alta complexidade. A planta industrial da Unidade Paraguaçu foi criada dentro dos padrões de qualidade, produtividade e tecnologia dos melhores estaleiros do mundo, visando o máximo de eficiência e o mínimo de desperdício em todas as etapas operacionais.

Para assegurar este alto padrão, a Enseada mantém um consistente processo de transferência tecnológica com sua acionista e parceira tecnológica estratégica, a Kawasaki. Este processo envolve o treinamento de dezenas de profissionais nas plantas industriais e centros de tecnologia e formação do grupo japonês, além de consultorias em diversas áreas da construção naval.

Fechar

Localização

A Enseada possui três Unidades de Negócio. Unidade Inhaúma, no Rio de Janeiro, e Unidade São Roque e Unidade Paraguaçu, na Bahia.

Unidade Paraguaçu - Bahia

O Estaleiro Enseada do Paraguaçu, Unidade de Negócios da Enseada na Bahia que leva o mesmo nome da empresa, está sendo construído às margens do Rio Paraguaçu, na Baía de Todos os Santos, no município de Maragojipe, a aproximadamente 42 quilômetros de Salvador.

Nesta Unidade serão construídos os seis navios sonda de perfuração offshore, do contrato firmado em 2012 com a Sete Brasil, no valor global aproximado de US$4,8 bilhões.

R$ 2,6 bilhões investidos na construção do Estaleiro

Com um aparato tecnológico e um conceito de sustentabilidade que o diferencia, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu está sendo construído em uma área de 1,6 milhão de metros quadrados, dos quais 400 mil foram destinados à preservação ambiental. Com previsão de conclusão em 2014, o estaleiro foi concebido para desenvolver projetos complexos de engenharia naval e processar até 36 mil toneladas de aço por ano.

Com investimento privado de R$ 2,6 bilhões, vai gerar cerca de 15 mil empregos diretos e indiretos, iniciando um novo ciclo econômico no Recôncavo Baiano, estimulando o desenvolvimento de uma ampla cadeia de fornecedores e promovendo uma política responsável de desenvolvimento e contratação de mão de obra local.

Veja como chegar no estaleiro.

Saiba mais sobre as cidades no entorno.

Unidade São Roque - Bahia

Construída pela Petrobras em 1977 para fazer plataformas para exploração na Bacia de Campos, a Unidade São Roque é separada da Unidade Paraguaçu pelo Rio Baetantã. Possui as certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSA 18001; área industrial de 400.000 metros quadrados; uma vila operária para 1.200 pessoas com área administrativa completa (refeitório, ambulatório e heliporto); e potencial instalado para construção de jaquetas para plataformas fixas; construção de módulos para Top Sides para navios-sonda, plataformas de produção, FPSO e jaquetas; e manutenção, reparos e reformas de plataformas e embarcações.

Unidade Inhaúma - Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o EEP opera no Estaleiro Inhaúma, arrendado pela Petrobras e localizado no bairro do Caju, às margens da Baía da Guanabara. Além da revitalização de suas instalações, o EEP está realizando para a Petrobras a conversão de quatro navios petroleiros nos cascos das futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77 que serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos.

5 mil empregos diretos no pico das operações

Cada Unidade de Produção terá capacidade de processar até 150 mil barris de petróleo/dia e sete milhões de metros cúbicos/dia de gás natural. No pico das operações, as atividades da Enseada no estaleiro Inhaúma vão gerar cerca de cinco mil empregos diretos.

Fechar

Acionistas

70% Enseada Indústria Naval Participações S.A.

50% Odebrecht

Organização de origem brasileira com atuação nos setores de infraestrutura, energia, saneamento, química e petroquímica, transporte e logística , agroindustrial, imobiliário, defesa e tecnologia. É a maior exportadora brasileira de serviços, contribuindo para o desenvolvimento local e social dos países onde atua.

www.odebrecht.com

25% OAS

Uma das maiores empresas de engenharia do Brasil, está presente em mais de 20 países. Atua na construção de estradas, barragens, hidrelétricas, portos e aeroportos e também investindo em setores como infraestrutura, saneamento ambiental, incorporação imobiliária, energia e concessões de serviços públicos – como vias urbanas, rodovias, metrôs e aeroportos.

www.oas.com

25% UTC

Com atuação global, é uma das maiores empresas brasileiras de Engenharia Industrial. Destaca-se por obras de grande porte nos segmentos de óleo e gás, petroquímica, energia, siderurgia, papel e celulose, mineração e manutenção industrial.

www.utc.com.br

30% Kawasaki Heavy Industries

Fundada como estaleiro, em 1878, no Japão, expandiu suas atividades para segmentos como construção e transportes, sendo também mundialmente conhecida por suas motocicletas, pelos trens, aviões, plantas industriais, robôs para uso industrial e equipamentos aeroespaciais. Está presente no Brasil desde 1973.

http://www.khi.co.jp
Fechar

Qualidade, saúde e segurança

Gestão empresarial Enseada

A Enseada está em dia com as mais avançadas práticas de mercado no que tange à melhoria contínua da qualidade de seus produtos e serviços, à segurança das operações e à saúde de seus integrantes.

Todas as nossas ações estão fundamentadas em um sólido Código de Conduta, que reforça o compromisso ético da Enseada com seus públicos internos e externos.

Qualidade

A Política de Qualidade da Enseada tem o compromisso de atender às expectativas dos clientes, fornecendo produtos e serviços de qualidade. Ao zelar pela correta gestão da qualidade, promovemos um processo de melhoria contínua e de perpetuação de nosso negócio.

As concepções filosóficas, os princípios e critérios gerais e específicos dos acionistas servem de base para nossas práticas de qualidade.

O EEP segue as seguintes normas:

  • Normas Internacionais:

  • ISO 9001:2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos;
  • ISO 9000:2005 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Fundamentos e vocabulário;
  • ISO 19011:2012 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Diretrizes para auditoria.

Saúde e segurança

Para o EEP, qualidade e produtividade máximas envolvem o compromisso com a saúde e a segurança dos seus integrantes, com a proteção ao meio ambiente e com a preservação dos seus equipamentos.

Nossa cultura é voltada para a melhoria permanente, com uma postura preventiva associada a um minucioso controle de riscos, o que nos aparelha para o cumprimento integral da legislação vigente e um desempenho de alto nível em busca de sua principal meta de segurança: acidente zero.

Meta de segurança: acidente zero

Ações educativas e de conscientização complementam e estimulam o compromisso de nossos integrantes em segurança e saúde, contribuindo para a difusão da cultura de que cada um é também responsável por sua segurança e a de seus colegas de trabalho.

Fechar

Embarcações e serviços

Unid. de perfuração

Construção de sondas de perfuração offshore, principalmente para exploração em águas profundas, como a do petróleo na camada do pré-sal.

Unid. de produção

Construção e conversão de plataformas fixas e flutuantes, além da construção e integração de seus módulos.

Navios especializados

Construção de navios para apoio offshore, como PLSV (lançador de linhas submarinas que conectam plataformas a sistemas de produção de petróleo), MPSV (embarcação que presta serviços de manutenção da produção e movimentação de carga e manuseio de âncoras) e Construction Support Vessels (navios de apoio à construção, geralmente utilizados em operações complexas realizadas em águas profundas).

Reparo naval

Focado no atendimento dos mesmos tipos de embarcações do programa de construção: unidades de perfuração, unidades de produção, navios especializados e embarcações militares.

Fechar

Clientes

Petrobras

Maior empresa nacional e quinta do mundo no setor de energia, a Petrobras está presente em 28 países e atua em praticamente toda a cadeia do petróleo, assim como na área de biocombustíveis, usinas eólicas e hidroelétricas.

Referência em águas profundas, é a protagonista da descoberta de petróleo e gás na região do pré-sal, de onde projeta extrair cinco bilhões de barris de petróleo e gás natural. Para isso, investe, até 2016, US$ 131,6 bilhões especificamente em projetos de Exploração & Produção e no fortalecimento da indústria no Brasil.

O EEP está trabalhando para a Petrobras na conversão de quatro navios petroleiros para que seus cascos sejam empregados nas futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77.

www.petrobras.com.br

Sete Brasil

Especializada na gestão de ativos, a Sete Brasil é a principal parceira nas operações de perfuração de poços de óleo e gás em águas ultra profundas no país. Com uma encomenda de 30 navios sonda e uma carteira de recebíveis de mais de US$ 81 bilhões para os próximos 15 anos, a empresa ocupa o primeiro lugar em contratos de afretamento no mundo, com a maior frota privada de navios em seu segmento.

A empresa é constituída de capital 100% nacional e é a primeira a construir no país esse tipo de embarcação para a exploração do pré-sal, desenvolvendo e retendo tecnologia no Brasil.

Atendendo à encomenda da Sete Brasil, o EEP está construindo seis navios sonda que serão empregados nas operações no pré-sal. Quatro navios-sonda serão operados pela OOG (Odebrecht Óleo e Gás) e dois pelas empresas Etesco/OAS, parceiras da Sete Brasil na conquista do pré-sal.

www.setebr.com
Fechar

Projetos em andamento

Sondas

O Estaleiro Enseada do Paraguaçu, localizado em Maragojipe, tem a missão de construir seis navios sonda para operação no pré-sal, em lâminas d’água de 3 mil metros.

Quatro navios serão fabricados em parceria com a Odebrecht Óleo e Gás – Ondina, Pituba, Boipeba e Interlagos – e entregues até 2018. Paralelamente, em conjunto com a Etesco/OAS, o EEP entregará Itapema e Comandatuba até 2020. O valor global do contrato é da ordem de U$ 4,8 bilhões.

Acompanhe o progresso das obras do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, onde os navios-sonda serão construídos, pelos vídeos em time-lapse:

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Novembro - Dezembro 2013

Outubro - Novembro 2013

Setembro - Outubro 2013

Agosto - Setembro 2013

Julho - Agosto 2013

Junho - 2013

Conversão

O projeto em andamento no Estaleiro de Inhaúma, de propriedade da Petrobras, localizado no Rio de Janeiro, é a conversão de quatro navios VLCC (Very Large Crude Carrier ) nos cascos FPSO (Floating Production, Storage and Offloading) das futuras plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77.

O processo envolverá a substituição de 400 toneladas de chapas de seu fundo, 1,7 mil toneladas de tubulações e 42 mil toneladas de estrutura, num negócio que envolve cerca de US$ 1,7 bilhão. É a primeira vez que um navio petroleiro desse tipo será convertido em plataforma em estaleiro brasileiro.

Estas plataformas serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, e terão capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo/dia e de comprimir sete milhões de metros cúbicos/dia de gás natural. No pico das operações, o Estaleiro Inhaúma terá cerca de cinco mil empregados diretos.

Fechar

Sustentabilidade

As pessoas em primeiro lugar

Promover o equilíbrio dinâmico dos aspectos ambiental, social e econômico das atividades e de seus impactos é a diretriz orientadora da política de sustentabilidade da Enseada. Ao adotarmos o conceito de desenvolvimento local e integrado, promovemos ações que qualificam nosso relacionamento com as comunidades, estimulando seu desenvolvimento sustentável do ponto de vista da economia, dos recursos naturais e das pessoas. Os princípios fundamentais de Sustentabilidade da Enseada são materializados através de nossas ações:

  • Preservação da vida em todas as suas formas;
  • Empoderamento social por meio da participação social ativa das comunidades locais em todos os processos de decisão sobre os investimentos socioambientais do entorno do empreendimento;
  • Governança;
  • Garantia de mecanismos legítimos de comunicação social com base na transparência e dialógica;
  • Reconhecimento e valorização dos diferentes saberes;
  • Investimento em projetos de desenvolvimento local e integrado com foco em ocupação e renda;
  • Empreendedorismo social com valorização das vocações locais e inserção de outras complementares;
  • Transferência de tecnologias aplicáveis ao trabalho, à saúde e à qualidade de vida das comunidades;
  • Valorização da cultura e tradições locais;
  • Ética, respeito e cidadania.

Na Unidade Paraguaçu, 400 mil metros quadrados, um quarto de sua área total, foram destinados à preservação ambiental. Na Bahia e no Rio de Janeiro, ações que geram impactos socioambientais positivos, incentivando a economia local e consolidando o compromisso de longo prazo com as comunidades são criteriosamente desenvolvidas.

A Enseada mantém programas de capacitação profissional na área de construção naval por meio de parcerias com o Governo do Estado da Bahia, instituições como o Senai e iniciativas como o Programa Acreditar, da Odebrecht, e o Prominp – Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural. Na Bahia, 15 mil empregos diretos e indiretos serão gerados no pico das obras. No Rio de Janeiro este o número chega a cinco mil. Famílias inteiras que estão agora inseridas nos quadros de reestruturação econômica, social e inclusão cultural.

Veja o Vídeo de sustentabilidade da Enseada:

Programas Socioambientais

Bahia

Desde a fase inicial de planejamento e de licenciamento ambiental de seu empreendimento em Maragojipe, o EEP tem a preocupação de investir em iniciativas para mitigar impactos ambientais causados por suas atividades. Para tanto, desenvolve estudos técnicos com renomados especialistas em monitoramentos ambientais avançados, realiza reflorestamentos, pesquisas sociais e levantamentos culturais. O Estaleiro Enseada do Paraguaçu é licenciado pelo Ibama e acompanhado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), pela Fundação Cultural Palmares e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Paralelamente, o EEP participa de audiências públicas e reuniões comunitárias para apresentar o empreendimento, fomentar debates e firmar acordos com as comunidades locais. O calendário de implementação das ações de cada programa ambiental obedece ao previsto nos acordos firmados e no Plano Básico Ambiental aprovado pelo Ibama.

33 mil mudas produzidas no viveiro de Maragojipe para reflorestamento com espécies nativas

Rio de Janeiro

No Estaleiro Inhaúma, o EEP adota medidas preventivas para mitigar possíveis impactos ao meio ambiente e à comunidade. Os principais programas e planos desenvolvidos pelo EEP para lidar com crises potenciais são: Programa de Gerenciamento de Resíduos de Efluentes (PGRE); Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Plano de Atendimento a Emergências (PAE) para Acidentes com Óleo; e PEI – Plano de Emergência Individual.

O EEP investe em treinamentos periódicos para que seus integrantes estejam aptos a lidar com a manipulação de resíduos, perigosos ou não, da maneira correta. Estes procedimentos são feitos para o reaproveitamento, acondicionamento e destinação final adequada dos resíduos. Adicionalmente, o EEP controla a emissão de gases do maquinário instalado e dos veículos que circulam pela planta do estaleiro, a fim de reduzir estas emissões a índices ambientalmente seguros.

Compromisso Social

A Enseada trabalha para que os impactos de suas atividades sejam positivos. A empresa possui um forte compromisso social com as pessoas que vivem no entorno de seus empreendimentos e procura aproveitar ao máximo a mão de obra local. Para tanto, desenvolve projetos que priorizam a vocação das comunidades como parceiros potenciais e estratégicos para enraizar tais relacionamentos dentro do conceito de desenvolvimento local e integrado. Desta forma, a Enseada proporciona a transferência de conhecimento para a geração de trabalho e renda para a população e promove a autossuficiência de seus projetos.

Bahia

Após o início da operação do estaleiro, serão gerados outros 15 mil empregos diretos e indiretos. A capacitação e contratação de mão de obra local, proveniente especialmente das regiões de Maragojipe e dos demais municípios vizinhos, é prioridade. Para isso, foram firmadas parcerias com iniciativas consagradas no segmento, como o Prominp, da Petrobras, Governo Federal e MME, e o Acreditar, da Odebrecht. O objetivo é a implantação de programas de qualificação profissional em construção civil e construção naval na região.

  • Programas sociais da Enseada na Bahia:

  • Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social com as comunidades locais;
  • Programa de Valorização da Cultura Quilombola;
  • 1º Inventário Nacional de Referências Culturais dos Municípios do Entorno do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (INRC);
  • Manutenção da Casa do Samba de Santo Amaro;
  • Recuperação e restauração de monumentos e edificações tombadas no entorno do Estaleiro Enseada do Paraguaçu;
  • Revitalização da comunidade de Enseada do Paraguaçu;
  • Empreendedorismo local com oficinas vocacionais em parceria com a Setre e o Sebrae;
  • Diagnóstico socioeconômico das comunidades de pesca da Baía do Iguape;
  • Revisão dos Planos Diretores Municipais de Maragojipe, Salinas das Margaridas e Saubara;
  • Formação continuada de pescadores da Baía do Iguape.

Rio de Janeiro

A Enseada realiza investimentos em ações socioambientais voltadas ao público interno e às comunidades do entorno do Estaleiro Inhaúma, localizado no bairro do Caju. As práticas de responsabilidade social adotadas refletem uma forma sustentável de atuação. No auge das atividades desenvolvidas pela Enseada no estaleiro deverão ser gerados cerca de 5 mil empregos diretos.

  • Programas sociais da Enseada no Rio de Janeiro:

  • Educação ambiental para trabalhadores, comunidades escolares e lideranças sociais;
  • Integração com a Rede Socioassistencial do Caju, para discussão junto à comunidade dos problemas que afetam a região;
  • Fortalecimento dos canais de comunicação com a comunidade na busca de solução para seus problemas;
  • Apoio a eventos comunitários voltados à promoção da cidadania, fortalecimento das ações esportivas e culturais;
  • Processos de articulação com os poderes públicos para a realização de investimentos na infraestrutura na região do Caju, voltadas à solução das questões de tráfego e de circulação de veículos.
  • Um canal permanente de comunicação à disposição da comunidade possibilita a construção coletiva de propostas para mitigação de problemas.

Boletins Informativos

Fechar

Código de Conduta

A conduta ética e transparente que norteia a atuação da Enseada contribui para a manutenção de sua imagem como uma entidade sólida e confiável perante seus Integrantes, Fornecedores e Parceiros.

Tal prática está descrita em seu Código de Conduta, que estabelece os princípios e conceitos éticos que devem orientar as relações internas e externas de todos os Integrantes da Enseada.

Clique aqui para acessar na íntegra o Código de Conduta da Enseada

Qualquer situação de violação do Código de Conduta poderá ser relatada por nossos Integrantes, Terceiros, Fornecedores, Clientes e demais Colaboradores em nosso Canal Linha de Ética.

Clique aqui para acessar o Canal Linha de Ética

Fechar

Contato

Fechar

Escritórios:

Estaleiro Enseada do Paraguaçu

Rua A, Fazenda Boa Vista do Gurjão e Dendê, Anexo 2
Enseada do Paraguaçu
Maragojipe – BA
CEP: 44420-000
Tel. (+55 75) 3527-6800

Estaleiro São Roque

Rua Santa Cruz - Quadra 19 - Lote 01
Distrito São Roque do Paraguaçu
Maragojipe – BA
CEP: 44428-000
Tel. (+55 75) 3527-6800

Estaleiro Inhaúma

Rua General Gurjão
n°2 - Parte
Caju - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20931-900
Tel. (+55 21) 3178-7900

Escritório BA

Avenida Tancredo Neves, n° 2.227
Cond. Salvador Prime – 11º e 15º andares
Caminho das Árvores
Salvador – BA
CEP: 41820-021
Tel. (+55 71) 3417-8031 / 8030

Escritório RJ

Av. República do Chile
nº 230, 6º andar - Centro
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20031-919
Tel. (+55 21) 3299-7300
Tel. (+55 21) 2134-4000
Fax. (+55 21) 3299-7400
Fechar

Trabalhe conosco

Agradecemos pelo seu interesse em trabalhar no Enseada. Clique sobre as opções abaixo para se candidatar a vagas em:

Trainee e Estágio - Programa Jovem Parceiro 2014 Profissional

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato

Fechar

DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO PELA ENSEADA ETERNIZA A TRADIÇÃO DA MARUJADA.

A tradição da Marujada, passada de geração para geração, foi materializada pela Enseada Indústria Naval através de um documentário gravado durante o II Encontro de Cheganças da Bahia, realizado em agosto deste ano, em Saubara. O vídeo mostra as apresentações de nove grupos de cheganças de seis municípios baianos, além de depoimentos de alguns mestres que relatam a importância dessa manifestação para a cultura do Estado.

Por meio de encenações cantadas e faladas, as cheganças de marujos apresentam uma luta que acontece dentro de uma embarcação em alto mar, geralmente entre mouros e cristãos. São festas realizadas no Brasil inspiradas na saga marítima portuguesa.

“É uma brincadeira muito bonita e eu acredito que não deve acabar. Nós vivemos em um mundo onde parte da juventude está perdida e eu vejo na cultura uma possibilidade de mudar isso. Quando alguém se envolve com algo bom, a mente dessa pessoa muda e ela para de pensar em coisas ruins, pois está lidando com coisas culturais, por exemplo”, opinou Mestre Mouro, membro da Chegança de Mouros Barca Nova Masculina de Saubara.

A maioria dos participantes das marujadas ingressou nas respectivas cheganças ainda na infância. É o caso de Zé Carlos, mestre da Chegança de Jacobina. “Eu saio desde os meus 12 anos. Passei a ser calafate, depois pandeirista e hoje sou mestre. Foi uma tradição que meu avô passou para mim e eu estou até hoje. Transmiti para o meu neto e ele, mesmo pequenininho, já sai”, contou orgulhoso.

Perpetuação de uma cultura

O Estaleiro, instalado na região de Maragojipe, reconhece a importância de certas manifestações para as comunidades, principalmente o patrimônio cultural presente no Recôncavo Baiano.

“Buscamos desenvolver ações para valorizar e perpetuar essa cultura. Isso se concretiza com o lançamento das cartilhas sobre as tradições quilombolas de Maragojipe, o apoio à casa de samba de Santo Amaro e agora com o documentário sobre o Encontro de Cheganças em Saubara”, revelou Humberto Rangel, diretor de Relações Institucionais e de Sustentabilidade da Enseada.

Para o organizador do evento e contramestre do grupo Fragata Brasileira, Rosildo do Rosário, os elementos culturais mostrados na marujada, associados a outras tradições, formam a raiz do povo brasileiro. “Esses elementos eram conhecidos apenas pela oralidade. Hoje estamos na era da comunicação e, graças à tecnologia, conseguimos registrar nossa cultura e passar para as gerações futuras”, comentou Rosildo ao falar sobre a importância do documentário produzido pela Enseada.

Desde o ano passado, o Estaleiro apoia as manifestações culturais de diferentes localidades do Recôncavo. “Este ano, pela terceira vez, vamos participar da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica). Todas as nossas ações promocionais no evento são voltadas para as questões culturais da região, especialmente as que envolvem as tradições quilombolas. Há cerca de dois meses entregamos para a comunidade de Enseada, vizinha ao empreendimento, o Boi Janeiro, um símbolo da cultura local que estava sendo esquecido”, pontuou o diretor.

O documentário sobre o Encontro de Cheganças já está disponível no nosso canal no Youtube. Para assistir, acesse www.youtube.com/user/estaleiroeepsa

Publicado em 01/10/2014.

Fechar

NOBUO OGURI É HOMENAGEADO EM VÍDEO DA ENSEADA

Por ocasião da retomada da indústria naval no Brasil, em especial no Rio de Janeiro, a Enseada Indústria Naval lançou, nesta segunda-feira (15), o vídeo “Nobuo Oguri, uma lenda da Construção Naval Brasileira”. O documentário retrata a vida do engenheiro Nobuo Oguri, que trabalhou por muitos anos no Estaleiro Ishibrás, antigo nome do atual Estaleiro Inhaúma, localizado no bairro do Caju.

De acordo com Humberto Rangel, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Enseada, Nobuo Oguri é um exemplo para todos os integrantes da empresa. “Com a experiência e a vivência que teve como presidente executivo da Ishibrás, ele vem cooperando com a Enseada como consultor para assuntos estratégicos e, quando necessário, em assuntos pertinentes à atividade de construção naval. Além do pioneirismo, Oguri possui um legado de disciplina, dedicação e respeito à segurança e ao meio ambiente”, destacou Rangel.

HISTÓRIA

Anos atrás, quando o Estaleiro Inhaúma ainda se chamava Ishibras, vários navios, entre petroleiros, cargueiros e graneleiros, partiram de lá. O local ainda faz parte da história da indústria naval brasileira, pois, das mãos de pessoas como Nobuo Oguri, foram feitas as primeiras conversões no Brasil dos navios petroleiros Vidal de Negreiros e P.P.Moraes, ambos da Petrobras, para os FPSOs P-31 e P-34, respectivamente.

ESTALEIRO INHAÚMA

A Enseada Indústria Naval começou a atuar no Estaleiro Inhaúma em agosto de 2012, mês em que foi docado o navio Petrobras 74 (tipo VLCC – Very Large Crude Carrier), cujo casco será convertido na FPSO P-74. Trata-se de um marco para a indústria naval brasileira, pois a última conversão realizada no País datava de 2003, quando a P-48 foi concluída.

O contrato com a Petrobras inclui a conversão dos cascos de quatro navios do tipo VLCC em futuras FPSOs P-74, P-75, P-76 e P-77. As plataformas serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. Em Inhaúma, a Enseada tem mais de seis mil trabalhadores.

As obras mais importantes para a conversão dos navios são o reforço estrutural do casco; a ampliação, a reforma e a adaptação das acomodações, que terão capacidade para 110 pessoas; as instalações de equipamentos e utilidades, além da adaptação do sistema de ancoragem, entre outras.

Publicado em 18/09/2014

Fechar

ENSEADA DISCUTE A PRODUTIVIDADE DA INDÚSTRIA NAVAL OFFSHORE

O vice-presidente de Operações da Enseada Indústria Naval, Guilherme Guaragna, participou, na tarde desta terça-feira (16), da mesa redonda sobre o aumento de produtividade e redução de custos da indústria de construção offshore brasileira, na Rio Oil and Gas 2014. O painel foi mediado por Antonio Müller, presidente da ABEMI, e contou com a presença de Claudio Viana, gerente-geral da Petrobras; Eric Powel, gerente de projetos da MODEC e Guilherme Pires de Mello, diretor de operações da Techint.

Guaragna iniciou sua apresentação comentando sobre o Ranking de Competitividade Global (GCR), relatório publicado anualmente pelo World Economic Forum. O ranking classifica os países com base no índice global de competitividade e o Brasil vem se mantendo no mesmo patamar, variando pouco, ocupando a 56ª posição entre os países avaliados.

O posicionamento da indústria naval brasileira no mercado nacional foi um dos destaques da palestra do executivo da Enseada. De acordo com levantamento feito pelo BNDES, o Brasil representa apenas 2% do número de encomendas de embarcações realizadas em todo o mundo. “Os países asiáticos estão muito à frente e atendem cerca de 80% da demanda. O Brasil, comparado ao restante do mundo, ainda apresenta pouca produtividade no mercado da indústria naval”, ponderou Guaragna.

O executivo da Enseada também abordou a importância de ações relacionadas à competitividade e aos incentivos governamentais, como, por exemplo, a desoneração de IPI sobre peças e materiais destinados à construção de navios por estaleiros nacionais. Segundo ele, o caminho da sobrevivência da indústria naval no Brasil passa pela capacidade de competir globalmente.

Entre os principais fatores de competição global estão matéria-prima (ênfase no preço do aço), mão de obra, capacidade e qualidade de gestão, nível tecnológico e a integração da cadeia de navipeças. “Todo esse conjunto interfere na estrutura de custo da indústria naval offshore do Brasil. O aço pesa cerca de 20 a 30% no custo total; a mão de obra, 15 a 20%; a integração da indústria de navipeças, 30 a 40%”, explicou.

Por fim, Guilherme afirmou que capacidade e qualidade de gestão, nível tecnológico, inovação, logística e custos tributários fazem diferença no fator produtividade. “O Brasil perdeu, de 1996 a 2012, 1,5% de produtividade média por ano, enquanto que os custos com mão de obra subiram muito. Estamos indo na direção contrária e o necessário é caminhar no sentido de nos tornar mais competitivos em escala global”, finalizou.

A Enseada Indústria Naval é responsável pela construção e integração de unidades offshore, como plataformas, navios especializados e unidades de perfuração. A empresa está com um estande exposto na feira Rio Oil na Gas, que acontece até amanhã no Rio de Janeiro. O estande também conta com a presença do Sebrae Bahia e do Governo do Estado da Bahia, oferecendo atendimento técnico especializado, além da distribuição de material institucional sobre os estaleiros da Enseada no Rio de Janeiro e na Bahia.

Publicado em 17/09/2014

Fechar

Unidade Paraguaçu conclui as obras no cais 1

A Enseada Indústria Naval finalizou uma importante etapa do processo de construção da Unidade Paraguaçu. Depois de um ano e nove meses, as obras civis do Cais I foram concluídas, trazendo um novo cenário para o empreendimento: a possibilidade de receber navios. Com uma área total de 5,2 mil metros quadrados, o cais tem capacidade para atracar embarcações com até 210 metros de comprimento.

A primeira fase de construção, a parte de infraestrutura, foi composta pelas etapas de cravação de estaca, escavação, armação e concretagem. Já a segunda fase, a de superestrutura, consistiu em montagem de pré-moldados, armação e concretagem in loco. Para tornar possível a realização desses dois ciclos, foi preciso o empenho de 320 integrantes trabalhando nessas atividades.

Para Silvio Zen, Diretor de Implantação da Unidade Paraguaçu, a construção do Cais 1 foi um desafio vencido com a ajuda de toda a equipe. “Todos eram muito comprometidos e isso fez com que nós conseguíssemos, inclusive, antecipar a conclusão da obra em 20 dias. Esperamos obter o mesmo resultado com os cais II e III, com previsão de serem finalizados, respectivamente, em outubro e novembro deste ano”, afirmou o executivo.

Com o primeiro cais pronto, será possível iniciar o recebimento de navios com equipamentos para descarga, diminuindo assim os custos e tempo de transporte.

Investimento e fase de operação

A Unidade Paraguaçu está com 50% de suas obras concluídas e tem a previsão de ser inaugurada em março de 2015, porém, já está em fase de operação, construindo as sondas para exploração do pré-sal. A Enseada Indústria Naval é formada pelas empresas Odebrecht, OAS, UTC e a KHI (Kawasaki Heavy Industries Ltd.) e possui investimentos na ordem de R$ 2,6 bilhões no Recôncavo Baiano. Sua carteira de contratos inclui, na Bahia, a fabricação de seis navios sonda para a Sete Brasil e, no Rio de Janeiro, a conversão dos cascos de quatro navios VLCCs em FPSOs para a Petrobras.

A matriz da Enseada está localizada no município de Maragojipe (BA), com uma área de 1,6 milhão de metros quadrados, dos quais 400 mil são destinados à preservação ambiental. Quando estiver operando a plena capacidade, poderá processar até 36 mil toneladas de aço por ano trabalhando em regime de turno único, o que permite uma ampla margem de produção, construindo navios de altíssima especialização, que poderão ser fabricados simultaneamente.

Publicado em 13/02/2014

Fechar

Comitiva da Marinha do Brasil visita estaleiro em Enseada do Paraguaçu

Coragem. Essa foi a palavra utilizada pelo Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld, para definir a implantação do estaleiro que está sendo construído pela Enseada (Unidade Paraguaçu) no Recôncavo Baiano e os desafios que acompanham um empreendimento de grande porte.

Ele foi um dos presentes na visita técnica feita por uma importante comitiva da Marinha do Brasil ao canteiro do estaleiro nesta sexta-feira (31/01/2014), que também contou com as presenças do vice-almirante Antônio Fernando Monteiro Dias, do contra-almirante Newton Costa Neto, do capitão de Mar e Guerra Edgar Barbosa, da capitão-de-Corveta Carla de Mello, além de Fábio Gandolfo, diretor-superintendente da Odebrecht, Sérgio Cunha, do Consórcio Baía de Sepetiba, Fernando Barbosa, presidente da Enseada, Humberto Rangel, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Silvio Zen, diretor de Implantação e outros executivos da empresa.

“Ficamos bastante impressionados com a modernidade e o profissionalismo em tudo o que vimos. Não é surpresa a capacidade gerencial e de produção dessa empresa, uma vez que sabemos a grandiosidade do que está sendo feito em Itaguaí, no Rio de Janeiro (Programa de Desenvolvimento de Submarinos e Estaleiro e Base Naval – Prosub-EBN)”, disse o militar. Segundo ele, a tecnologia utilizada chama a atenção. “É muita modernidade e ficamos muito felizes pela possibilidade de replicarmos parte do que fizemos lá no Rio aqui na Bahia”.

A expectativa da Marinha é de que nos próximos três anos novas embarcações sejam adquiridas, modernizando e ampliando sua frota. “A Unidade Paraguaçu tem todas as condições de construir o que estamos buscando. Vai depender apenas da sua capacidade de competir com os outros estaleiros do país”, ressaltou o almirante.

De acordo com Fábio Galdolfo, foi uma grande satisfação convidar a Marinha do Brasil para conhecer o moderno canteiro da Unidade Paraguaçu. “Estamos participando e contribuindo com o processo de retomada da indústria naval brasileira, viabilizada pelo pré-sal e ampliada pelo segmento militar. Recebemos hoje os líderes de um programa que utiliza tecnologia de ponta e que está ajudando a Enseada na aplicação dos ensinamentos bem sucedidos implantados no Prosub-EBN, desenvolvido pela Odebrecht, em Itaguaí. Com isso, a Enseada avança no sentido de abrir novos mercados, inclusive o de embarcações militares”, revelou o diretor.

Publicado em 03/02/2014

Fechar

Linha de Ética

O Canal Linha de Ética é disponibilizado pela Enseada para que nossos Integrantes, Terceiros, Fornecedores, Clientes e demais Colaboradores possam, de forma segura e responsável, contribuir com informações para a manutenção de um ambiente corporativo seguro, ético, transparente e produtivo.

As informações aqui registradas serão tratadas com absoluto sigilo. Todos os relatos serão analisados, regidos pela confidencialidade e independência, garantindo o anonimato dos relatores e a segurança na apuração. Caso você queira se identificar, por gentileza, informe em seu relato seus dados de contato.

Clique aqui para registrar o seu relato

Fechar

Registro de Violação do Código de Conduta

FPSO

FPSO é a sigla em inglês para Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Descarga. Ou seja, FPSO é o navio utilizado para produção, armazenamento e escoamento de petróleo e/ou gás natural em locais distantes da costa, onde é inviável a ligação por oleodutos ou gasodutos.

Voltar

Contato

Sua mensagem foi enviada com sucesso.

Voltar